Aglehg's Blog

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ah afinal há um código deontológico

http://www.ordemengenheiros.pt/Default.aspx?tabid=100

Gosto. Tenho andado triste por sentir que a dignidade é um bem análogo aos diamantes, dado que é necessário escavar uma montanha (composta maioritáriamente de pedras vulgares) para se encontrar um. Mas afinal o princípio existe e é regra.

ARTIGO 88°

Deveres do engenheiro no exercício da profissão

1 – O engenheiro, na sua actividade associativa profissional, deve pugnar pelo prestígio da profissão e impor-se pelo valor da sua colaboração e por uma conduta irrepreensível, usando sempre de boa fé, lealdade e isenção, quer actuando individualmente, quer colectivamente.

2 – O engenheiro deve opor-se a qualquer concorrência desleal.

3 – O engenheiro deve usar da maior sobriedade nos anúncios profissionais que fizer ou autorizar.

4 – O engenheiro não deve aceitar trabalhos ou exercer funções que ultrapassem a sua competência ou exijam mais tempo do que aquele de que disponha.

5 – O engenheiro só deve assinar pareceres, projectos ou outros trabalhos profissionais de que seja autor ou colaborador.

6 – O engenheiro deve emitir os seus pareceres profissionais com objectividade e isenção.

7 – O engenheiro deve, no exercício de funções públicas, na empresa e nos trabalhos ou serviços em que desempenhar a sua actividade, actuar com a maior correcção, de forma a obstar a discriminações ou desconsiderações.

8 – O engenheiro deve recusar a sua colaboração em trabalhos sobre os quais tenha de se pronunciar no exercício de diferentes funções ou que impliquem situações ambíguas.

ARTIGO 89°

Dos deveres recíprocos dos engenheiros

1 – O engenheiro deve avaliar com objectividade o trabalho dos seus colaboradores, contribuindo para a sua valorização e promoção profissionais.

2 – O engenheiro apenas deve reivindicar o direito de autor quando a originalidade e a importância relativas da sua contribuição o justifiquem, exercendo esse direito com respeito pela propriedade intelectual de outrem e com as limitações impostas pelo bem comum.

3 – O engenheiro deve prestar aos colegas, desde que solicitada, toda a colaboração possível.

4 – O engenheiro não deve prejudicar a reputação profissional ou as actividades profissionais de colegas, nem deixar que sejam menosprezados os seus trabalhos, devendo quando necessário, apreciá-los com elevação a sempre com salvaguarda da dignidade da classe.

5 – O engenheiro deve recusar substituir outro engenheiro, só o fazendo quando as razões dessa substituição forem correctas e dando ao colega a necessária satisfação.”

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Filed under: Raios e Coriscos

Esquizofrenia dos mercados…

Leio estas coisas e o meu cerebro linear sente-se perdido numa sequencia de saltos quânticos.  Se a economia podesse ser contida numa pessoa, esta seria muito rapidamente diagnosticada com esquizofrenia paranóide. Se fosse apanhada na rua.. por esta altura seria rapidamente abatida.. e quem sabe… cozinhada à falta de melhor proveito.

Os fundos cinderela?

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=455343

Filed under: oikonomía, Raios e Coriscos

kinect

I guess it’s about time the voices that scream of a microsoft unable to reinvent it self to be silent with a strap on. =X  my voice being one of them…

I am silent.

Congrats to microsoft.

http://www.xbox.com/en-US/kinect

Filed under: teck

product for the brain damaged …

http://www.amazon.com/One-Finger-Mouse-USB-Black/dp/B000BSLTIS/ref=sr_1_8?s=electronics&ie=UTF8&qid=1290579403&sr=1-8

One Finger Mouse, USB, Black

Filed under: teck

an example

Dr. Eleni Gabre-Madhin

http://www.jimmatimes.com/article.cfm?articleID=31702

A story of regulation, mediation. The story of a platform fonded with the grounds of aiding distribution.

Aiming not at wealth, but at prosperity. Not at equality, but at transparency, and with it at fairness.

A story that wormed my heart with hope, eased my general paranoia, and reassured my belief that what the world lives now, is not an economic crisis , but a trust crisis. Motivated by the lack of transparency of public organizations, and the corruption of some leaders…

 

Filed under: oikonomía

it’s my birthday

Aniversário

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu era feliz e ninguém estava morto.
Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
E a alegria de todos, e a minha, estava certa como uma religião qualquer.
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,
Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
De ser inteligente para entre a família,
E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
Quando vim a olhar pela vida, perdera o sentido da vida.

Sim, o que fui de suposto a mim mesmo,
O que fui de coração e parentesco,
O que fui de serões de meia-província,
O que fui de amarem-me e eu ser menino,
O que fui – ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui…
A que distância!…
(Nem o acho…)
O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!

O que eu sou hoje é como a humidade no corredor do fim da casa,
Pondo grelado nas paredes…
O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas lágrimas),
O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
É terem morrido todos,
É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio…

No tempo em que festejavam o dia dos meus anos…
Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
Desejo físico da alma se encontrar ali outra vez,
Por uma viagem metafísica e carnal,
Com uma dualidade de eu para mim…
Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!

Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui…
A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos,
O aparador com muitas coisas – doces, frutas, o resto na sombra debaixo do alçado –,
As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos…

Pára, meu coração!
Não penses! Deixa o pensar na cabeça!
Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!
Hoje já não faço anos.
Duro.
Somam-se-me dias.
Serei velho quando o for.
Mais nada.
Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!…

O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!…

{Álvaro de Campos, Poemas}

 

Eu e o Álvaro temos quase tudo em comum, com grande destaque a dar ao facto de não passar-mos do produto da imaginação de alguém, um produto tão forte que é capaz de envenenar a consciência da pessoa que imagina a ponto de ela já não saber que se imagina.

Filed under: e-moções

Solutions to make your way trought the standard(tless) world of IE

if you came here first go here for the end of the story

https://cogimagi.wordpress.com/2010/12/07/ie6-the-nightmare/

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A single solution with all engines… damn miracle from my perspective

http://www.my-debugbar.com/wiki/IETester/HomePage

Microsoft proposes a diferent virtual machine for each engine.

lol sounds like scary movie for css aficionados!

http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?FamilyId=21EABB90-958F-4B64-B5F1-73D0A413C8EF&displaylang=en

Filed under: Raios e Coriscos

i6 funeral

http://ie6funeral.com/

“Internet Explorer Six, resident of the interwebs for over 8 years, died the morning of March 1, 2010 in Mountain View, California, as a result of a workplace injury sustained at the headquarters of Google, Inc. Internet Explorer Six, known to friends and family as “IE6,” is survived by son Internet Explorer Seven, and grand-daughter Internet Explorer Eight.
Thanks to all who came out last night, and thanks Microsoft for sending flowers! Checkout the pics on flickr. “

Just plain Hilarious!

Filed under: webdev

É para aqui que fujo quando quero que a beleza do lugar ensurdeça o pensamento

Quinta do Lago

Filed under: Fotografia